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18/05/2018 08h00
Viajando na Poesia: O Sujeito

O SUJEITO


Quem é aquele sujeito

Que fica a espreitar

As donzelas a passar

Pelas ruas da minha cidade

Quem é aquele farsante

Que fica a enganar

Uma multidão inteira

Com promessas vis

Sem nada a cumprir

Sem nada a assumir

Sem nada a explicar

Seria um forasteiro?

Acostumado a dar rasteiras

Num povo embriagado

De ilusões e desilusões

A espera de um messias

Que salvaria de sua inércia

Exigindo seus direitos

Isentando de seus deveres

Quem é este sujeito?

Eu? Tu? Ele?

Nós? Vós? Eles?


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 18/05/2018 às 08h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
15/05/2018 09h17
ROSEANI FAVERO: O que é um ato político?

O que é um ato político?



Antes de mais nada, eu lhes digo que qualquer um pode praticá-lo.  Em outras palavras, qualquer tipo de ação que busque intermediar um conflito ou buscar o poder em um determinado meio (de forma não agressiva), pode ser considerada como ação política. Viu só? Isto dito, vale dizer que a busca pelo poder, normalmente, embasa o ato político. Uma vez que, os embates no contexto da política costumam estar relacionados à disputa pelo poder de ação em nome de uma vontade de indivíduos e grupos distintos. Assim, nem sempre as ações ou políticas adotadas pelas instituições de um Estado, como por exemplo, os partidos políticos ou os demais organismos legislativos, terão como propósito, favorecer todas as partes da sociedade de forma igualitária. Na verdade, essa seria uma tarefa impossível diante das inúmeras diferenças de interesses entre os vários grupos que compõem o cenário político. Tendo em vista esses diferentes grupos, é primordial enfatizar que os conflitos de interesses podem manifestar-se de forma distinta dos habituais, instituídas pelo Estado. Ou seja, em forma de grupos organizados que buscam ver representados seus interesses no meio institucional. Neste contexto, uma vez que, temos grupos que nos representam, poderíamos nos perguntar sobre o motivo afinal, de tanta morosidade ao levar adiante as resoluções que nós precisamos e que são tão urgentes para o nosso país. Necessitamos de mais serviços, mais vontade política, e menos disputa pelo poder. E para que isso aconteça, temos que ter políticas mais claras e eficientes por parte de indivíduos ou grupos. Esperança sim, mas, tendo em mente a nossa parte que é também, a de fiscalizar e eleger bem, pensando no todo e para o todo. Ensinar e aprender é um ato político a favor da vida e não uma política de educação em favorecimento de partidos.


“Uma expressão de resistência como, argumentação, discussão...é um ato político. ” 
Você concorda?


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 15/05/2018 às 09h17
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13/05/2018 08h59
Carta no Tempo: Palco do Tempo...

PALCO DO TEMPO...

 


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com



E...Palco das horas...esse é o palco do tempo...

Onde as revelações são mistérios e os mistérios...

...Palco da história...

Nesse palco onde todos são atores!

Em meio às flores e atuamos em cima das dores.

Meio que não sabemos o que esperamos!

Neste palco de enganos... A vida é secular.

Ah! Teatro que superamos!

Limitações encantos.

De um obstáculo que não gostamos!

Torna – se o palco da morte do corpóreo insano.

Tudo passa...

Tudo passará...

Nada é igual...

Igual não há...

Ganhos e perdas.

Versos em retalhos.

Mar que um dia congela e,

A alma é som onde queremos libertar.


Qual é o seu palco?


Colunas escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 13/05/2018 às 08h59
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12/05/2018 07h00
Palavras & Sentimentos: Mulher , mãe e dor

Homenagem à todas as mulheres mães que audaciosas, coração batendo forte,  remodelam a vida quando preciso for e, sem receio, tocam em frente.

 

Mulher , mãe  e  dor


“Vastos voos de espírito

Breves, generosos e lúcidos

Sopros de esperança.

Anjo peregrino,

Graça invisível

Que se renova

Nos volteios que a vida dá.”

 

Sei de mulheres tristes, submissas, violentadas, mutiladas, perseguidas e queimadas - sem espaço e sem vida.

Sei de mulheres sedentas, esfomeadas, desgastadas do tempo, da dor, do medo, das amargas mágoas e das cicatrizes incuráveis.

Sei de mulheres, que como tantas carregam nos ombros a herança sombria de Ser - alimentando-se de inquietudes, desesperanças e lágrimas que calam fundo na alma e deixam rastros na história.

Mas eu sei também, que estas mulheres no tempo, no espaço da vida, escondem as dores, descoram as tristezas para que no aconchego de seus braços possam transformar o silêncio da alma em ternura, abrigo e acalanto para seus filhos.

Sei da sua acordada fé, sua tenacidade, resistência, sua doação, sacrifício e a magia da doçura que se faz leveza intensa e sempre maior.

 Sei que suas mãos perpassam, confortam, agasalham e transmitem no afago o afeto absoluto e pleno do amor, que resiste e persiste no seu coração.

Transcendência, dádiva generosa, catarse purificadora, que faz da mulher e do seu amor, o amparo único e insubstituível no coração dos filhos amados.


Coluna escrita aos Sábasdos (Quinzenalmente).


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 12/05/2018 às 07h00
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11/05/2018 06h10
Viajando na Poesia: Mãe

MÃE


Mãe, musa de todos os rebentos que de teu ventre nasce para o mundo semear. Semear amor, paz, liberdade e igualdade. Tu és ternura, amor e compreensão. Teus olhos nos veem, teus ouvidos nos ouvem, teus lábios é só sorriso, de tua boca ecoam sábias palavras de conforto, tuas mãos nos acalentam, teus seios nos abastecem, tuas pernas caminham conosco em qualquer direção, sem fronteiras. Tu és nossa confidente, nossa mestra, nosso porto seguro.
Aonde teu filho estiver, lá estarás em pensamento, em espírito zelando por ele, rezando por ele para que nada de mal aconteça ao teu rebento. Seja ele um neófito, seja ele um mestre, não importa tu estarás a zelar pela sua vida, parte de ti, sangue do teu sangue. Ele sempre será tua eterna criança que necessita de cuidados, de atenção especial, mesmo que este não venha a aceitar tal comportamento, mas é da tua índole, do teu coração assim agir, afinal tu és mãe.
E quando as dores, as curvaturas de teu corpo, o cansaço de tuas pernas, a surdez, a falta de visão, a rouquidão de tua voz, teus cabelos brancos, a falta de tua memória, a dificuldade de segurar tua xícara de café, se aproximar, é hora do teu filho (a) assumir o papel que foi teu até então. A eterna mãe, a abnegada mãe que fostes e continuarás a ser, deve receber e sentir a mesma devoção com que imprimistes aos teus rebentos. Não seja este ato uma obrigação de teus filhos e sim uma atitude madura de agradecimento pela vida que permitistes a este ser de estar neste planeta vivenciando uma experiência. Agradecimento do amor incondicional dedicado aos teus filhos tal qual Maria dedicou a seu filho Jesus. Não existem palavras para agradecer tamanho empenho e desempenho na tua atitude de mãe. A forma mais eficaz de teu filho te agradecer não é com palavras e sim demonstrando e vivenciando este amor incondicional que para ele ofereceste durante todo teu caminhar. Mãe é Luz, Energia, Sabedoria, Mãe sinônimo de Vida.


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 11/05/2018 às 06h10
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