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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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14/02/2018 09h13
ROSIANE FAVERO: Alegria, cores e criatividade...sempre!


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Alegria, cores, e criatividade...sempre!

 

O carnaval já ficou para trás, mas, farei uma breve menção. Festa anual, que consta no nosso calendário como um evento popular, também inspira a criatividade no que tange a desenvolver um traje para “brincar”, fazendo aflorar as fantasias de cada um.

Dias de abusar da imaginação e “brilhar! ” Usando criações com as texturas, cores, brilhos, adereços, de modo a levar mais glamour, alegria, charme, ousadia, e “luz” por onde se passa, inspirando outras pessoas. Momento oportuno, para fantasiar-se com aquele personagem oculto que está dentro de cada um. Aproveitar!

Explorar o lado mais colorido, fantasioso, ousado, excêntrico! Celebrando a vida com muita alegria, sorrisos e risos, ao lado dos amigos e familiares. Obviamente com o mesmo respeito, bom-senso, paz, equilíbrio, responsabilidade e amor, habituais. Lembrando que são alguns dias apenas, e logo após, a rotina continua. Vida que segue!

Isto dito, os personagens e as máscaras de carnaval, já não fazem parte. No entanto, interessante é manter a mesma energia e criatividade o ano inteiro, sendo inclusive, fonte de inspiração para outras pessoas. Desta forma, tenhamos em mente que esse espírito deve continuar, sim! Particularmente, respeito e valorizo as nossas festas populares. Desde que, os limites entre a brincadeira, diversão, e os exageros que eventualmente possam ocorrer, sejam observados. Caso contrário, esse evento popular deixará de ser festivo, perderá o verdadeiro sentido, tornando-se um grande equívoco. Não é o que gostaríamos de ver. Até a próximo!

 

“As máscaras...deixe-as apenas para o carnaval. ”


Coluna escrita as Segundas e Quartas

*Política: Segunda-Feira; Moda: Quarta-Feira.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 14/02/2018 às 09h13
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13/02/2018 00h00
CARTA NO TEMPO: Andorinha poética


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


Andorinha poética


 

CORDAS VOCAIS

Sinto-me atraído por tuas encantadoras CORDAS VOCAIS! O timbre com que a voz ecoa dentro de mim, é a razão para FORMAR na escrita os teus doces traços eloquentes. Quem sois? Sei bem com quem se pareces. E muito mais é o teu semblante deslumbrante por excelência.

E QUEM REALMENTE ÉS?

E quem realmente és? E para minha surpresa, te pareces com a ANDORINHA a voar de maneira livre e sem medo algum de descobrir as coisas novas da vida. Sim, vens a ser a tal POESIA, de tantos NOMES, de tantas BELEZAS, e com um jeito único de ser.

TUA RESPIRAÇÃO

Encosto-me em teu colo, e me vejo em teus braços, sempre que eu tento imaginar tua RESPIRAÇÃO em meio a NATUREZA. E o MAR me lança em suas ÁGUAS, manifestando na LUA o brilho de teus OLHOS em minha própria vontade de te ter uma vez mais.

RAIZES DO AMOR

Construo na mente os momentos em que entrastes na minha LOUCURA HUMANA, e se apropriastes dos TEMPOS vindouros. Este ano fui até a cidade de ANGELINA-SC e vi as raízes do AMOR. Uma concepção de quem nunca vai poder explicar tudo sobre este ato.

UM SEGREDO

Um SEGREDO revelado a respeito de como posso me colocar em teus passos sem ansiar pela DESCOBERTA das estrelas no céu. Tornar as coisas mais agradáveis, no qual possibilite correr o risco te amar nobre POEMA, pelos SONHOS mostrados por ti.

LÁGRIMAS DE PAZ

E assim, em DEVANEIOS, encontrar a FELICIDADE numa LÁGRIMA DE PAZ, ao invés de estar por incompleto nas madrugadas angustiantes de meus mistérios. Ao menos posso fechar minhas pálpebras e reconhecer tuas asas batendo, enquanto me deixo adormecer.


Coluna escrita as Terças e Domingos

www.cartasnotempo.blogspot.com

 

 


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 13/02/2018 às 00h00
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11/02/2018 00h00
CARTA NO TEMPO: Viajando na desordem

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: Viajando na desordem


 
   

 

Reconheço-te em minha desordem

 

Reconheço-te em minha desordem, pois é nela que acontece de meus dias serem mais intensos e sou libertado dos meus MEDOS. Embora não possa trocar palavras e olhares diretamente, a poesia me ajuda a expressar todas as necessidades dos quais só ficam na mente e no mais PROFUNDO DO INTÍMO na proporção da SAUDADE. Sou de imediato um poeta CONFESSO e que nem sempre se vê na organização da vida. Acredito ser o CAOS a melhor situação para se confrontar CONSIGO e tentar, de uma maneira, COMPREENDER as razões de estar vivendo um turbilhão de sentimentos a nascer como que uma flor vai a sua beleza florescendo na primavera.

 

A desordem

Somente na desordem das coisas naturais

É que encontro um pouco de arrumação.

Tudo na vida tem um sentido,

E as respostas são apenas dúvidas

Não respondidas de imediato,

E por sorte, elas deixam mais vestígios,

Do que algo tão conclusivo e definitivo.

Tentem definir os PRÓPRIOS SONHOS?

Ou a EXISTÊNCIA da humanidade?

Ninguém tem os MISTÉRIOS por excelência

Compreendida em sua totalidade,

Assim, busco na bagunça, não gostando muito,

Buscar os sentidos de toda a POESIA.

Antes me questionava sobre ser POETA,

E há anos não obtive sequer um ponto de referencia,

Contudo, hoje, não sou assombrado por esta questão,

E sim, me transformo em um ser IMPERFEITO,

Cuja raiz está em conexão com uma SACRALIDADE.

Oh, tempo dos tempos e dos espaços!

Caracterizas meu universo com as estrelas

A brilharem num mundo desconfigurado.

Aguentei demais as ilusões,

E tudo passou e teve fim.

Vivo minha vida e me esqueço

Das outras que já tive...

Para dá abertura a novas situações,

Propostas e dimensões de um ATO DE AMOR.

Então, não me sinto tão dividido.

 

Vivendo na desordem

Tudo que é vivido na DESORDEM nos coloca na reta da disciplina e nada é por ACASO. Os PROPOSITOS para nós são sempre bons FLUÍDOS quando nos permitimos que assim seja. UM PENSAMENTO bom atrai outro melhor ainda, e por mais difíceis estejamos na lida de certos PROBLEMAS a serem enfrentados, o crescimento é o TESOURO ESCONDIDO no fim de um longo arco Iris. Às vezes precisamos nos deixar sermos modelados por tantos acontecimentos, dos quais são complexos em nossas vidas mundanas para nos tornarmos ESPIRITUALMENTE seres mais generosos. O poeta diz só encontrar a duvida ao invés de uma resposta final.

 

“Conviver com a desordem é entrar nos mistérios da vida para dá sentido a sua verdadeira essência”.

Ricardo Oliveira


Coluna escrita as Terças e Domingos

www.cartasnotempo.blogspot.com


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 11/02/2018 às 00h00
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10/02/2018 09h51
PALAVRAS & SENTIMENTOS: Cotidiano

 


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


 

COTIDIANO 


 

Encanta-me este sorriso nos olhos

Esta esperança breve e solta

Estas palavras que me abraçam

E…que mesmo nos sonhos deixam-se ficar”.

 

Cada dia difere do próximo. É a incógnita do cotidiano. Vem carregado de sonhos e desejos, prevalecendo sobre o que virá a ser. O tempo tem-se encarregado de fortalecer as lições recebidas e de amainar a capacidade de delinear utopias. Mas em busca de refúgio, sem pretextos - simples necessidade, os pensamentos surgem imprevistos, além das aparências.

A ilusão da personagem, a projeção mágica e a embriagues da emoção que lado a lado caminham, é o impulso das acelerações da vida, e que acompanham o cerne dos desejos.

Neste espaço figurativo, a razão e a emoção, poderosamente, se entrelaçam e dão sentido ao imaginário.

Este dom de voar, de dar asas à mente, nos levam ao conforto do desconhecido, mas também, ao estado de vigília permanente.

Delírio eu sei, tragédia ou comédia, talvez – mas, se, os reencontros destes reflexos, no cotidiano, criam um espetáculo silencioso, por que não?

Cada um é único. A certeza de olhar o mundo sob um prisma envolvente, às vezes, não muitas, traz a dor fértil ou a alegria perigosa.

Nada dura também. Basta o espaço de um instante apenas, e a inconstância da ilusão desafia o silencio e cede ao desencanto.

Maleável, o tempo e as circunstâncias, sempre em movimento, como um bom e insubstituível amigo, nos carregam pela mão e, como sempre, atravessamos o precipício e, inteiros, mergulhamos na vida.

Neste contínuo vai e vem, ao sabor da sedução e sem proteção, recomeçamos outra vez.

Faz sentido. É, pura ilusão tergiversar. Nunca seremos diferentes do que somos.


Coluna escrita aos Sábados (quinzenalmente).

 


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 10/02/2018 às 09h51
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09/02/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA - Ansiedade

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


 

ANSIEDADE

 

Provocas dores insuportáveis

Aceleras um coração descompassado

Comprimes a garganta

Promoves uma tosse insana

Geras insegurança, medo

Desconfiança e te alongas

Alongas naquele ser incauto

Desatento de suas atitudes

Seus pensamentos imprevisíveis

Seus conceitos pré-determinados

Que faz deste ser

Tua vítima fatal

Olhando-se para dentro de si

Se autoconhecendo

Com uma reflexão profunda

Tu serás abandonada

Execrada, marginalizada

Um ser equilibrado te repudia

Te desconhece, não padece

Enriquece, enobrece

Reza uma prece

Sente-se feliz, realizado

Para que caminhar contigo?

Se tua ausência me deixa FELIZ?


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 09/02/2018 às 00h00
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