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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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07/02/2018 00h00
ROSIANE FAVERO: Tão importante quanto a roupa, é a sua atitude!

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Tão importante quanto a roupa, é a sua atitude!


 

 

Dadas as circunstâncias e situação do país...desemprego, salários baixos, impostos, taxas, juros, enfim; nós estamos consumindo menos. Especialmente, roupas. Mas, é interessante observar, que não há muita preocupação neste quesito. Se ainda não percebeu, observe. Com a crise, passamos por tantos “apertos” que parece ter perdido a graça, comprar e comprar roupas, como aquele vestido estampado de acordo com a tendência, sandálias com aquele salto incrível, aquela bolsa de couro maravilhosa que vimos na loja da nossa amiga e que está nas revistas, enfim. O fato, é que deixamos de renovar o nosso guarda-roupa, como fazíamos de vez em quando. Antes da crise, antes de nos conscientizarmos talvez, de que o mais bonito e importante, é simplesmente estar bem. E que ao invés de se vestir com aquelas roupas, calçados e acessórios super legais, mas, que as vezes fogem do nosso orçamento, poderíamos priorizar outras coisas. Ou seja, a roupa nova pode estar se tornando em algumas situações, desnecessária. Nada contra o consumo. O intuito aqui, é apenas incentivar a criatividade para estar bem e na moda, mesmo num momento de crise. Isto dito, quero dizer que as crises, recessões, são cruéis e nos maltratam. Sim! Mas por outro lado, nos dão a oportunidade de reagir e sermos criativos! Já ouviram falar que é na crise que se cresce? Particularmente, sempre acreditei nisso. Crescemos, porque somos obrigados a reagir, arriscar, buscar, interagir, formar parcerias, ouvir mais, enfim! Vamos aproveitar! Criar um novo guarda-roupa, com inovação, imaginação, ousadia, e abusar da nossa criatividade! Combinar novas cores, usar aquela peça nova que estava guardada com a etiqueta, ou ainda, usar aquela blusa que a tia presenteou no aniversário e que achamos esquisita, enfim; dadas as circunstâncias, tudo será visto como algo diferente e cheio de personalidade! Pode acreditar. Customizar, misturar, reconstruir! Há uma infinidade de possibilidades. Vamos nos desafiar e mostrar que é possível ser um empreendedor de novas ideias, e quem sabe desta forma, criando um novo conceito.

Chegamos num tempo em que o “ter” tornou-se difícil, então, passamos a dar mais valor ao “ser.” Chegamos num tempo em que falar de guerras, dissabores, crises, ficou tão triste e cansativo, que começamos a prestar atenção nas pessoas. Veja, isso é progresso pessoal. E como tenho dito, a roupa que nós usamos, nada mais é do que expressar aquilo que sentimos, pensamos, e queremos comunicar para o mundo.

 

“Sejamos criativos! Nós precisamos, o mundo precisa. ”

(Rosiane Favero)

 

N.B.: Este texto, faço questão de mencionar, é resultado da troca de ideias com algumas amigas. A recessão no país, nos ajudando a reafirmar a importância das parcerias para a construção de algo maior. Obrigada, amigas!


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 07/02/2018 às 00h00
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
06/02/2018 00h00
CARTA NO TEMPO: E vejo em mim, a face da poesia

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


CARTA NO TEMPO: E vejo em mim, a face da poesia


 

Oh!

Candura dos deuses...

Que no canto invade meus sonhos,

Não tão puros, pois em nada tenho pureza.

Somos apenas uma gota que se derrama em cima de qualquer papel.

Por sermos apenas um  sonho realizado,

Mas que na medida do possível, sabe seguir.

Entre o Olimpo e o submundo.

Porém,

A poesia me salvou de Hades.

A poesia me fez sentir o que eu não sentia.

Fez-me ser eu mesmo.

Fez-me de prisioneiro e,

Assim como Sócrates,

Faz-me escolher a morte.

Não a morte simples que conhecemos,

Somente a morte complexa,

Pois, este tipo de morte é aceitável.

A imortalidade de uma alma que não existe.

Existe apenas quando eu creio.

Mas se não creio nela,

Como poderá existir?

E é assim que Homero e Fernando Pessoa,

Tornaram-se meus amigos no qual me influenciaram.

Não desvelando a si mesmos, e nem a mim.

Ah!

É com pesar que não sou feliz.

Porque não encontrei a felicidade,

Só um motivo para ser feliz.

Plenitude, isso não.

E o motivo é a poesia e nada mais.

Calíope, a deusa da poesia,

É mãe de Orfeu.

Orfeu toca belissimamente harpa, e

É o poeta que fascina com a sua sensibilidade.

E vejo em mim, a face da poesia... (enquanto a poesia enxerga em mim, a minha psique que não encontro).

 

"Vejo em mim o rosto da alma da poesia".


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 06/02/2018 às 00h00
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05/02/2018 00h00
ROSIANE FAVERO: Na medida certa, tudo dá certo

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Na medida certa, tudo dá certo


 

 

      Vejo, nessa correria desenfreada dos nossos dias, que acabamos reclamando demais e agindo menos. Observo que, ainda há muita gente esperando que as coisas se resolvam, quando na verdade, a atitude e ação deve partir de nós mesmos. O Mundo não vai parar por nossa causa. Ele segue de qualquer jeito, “atropela” quem estiver na frente. Ora evolui aqui, ora regride ali. Caminha um pouco e volta a desandar. Mas parar, ele não para! E nós? Vamos ficar parados? Não fazsentido.                                                                                         Estar insatisfeito, reivindicar, e até reclamar por algo, faz parte. No entanto, é tolerável por um tempo e até certo ponto; o que não podemos é nos exceder. Por exemplo, já ouvimos “não vou ganhar na loteria mesmo, o governo só puxa o pais para trás, nada acontece e tudo vai mal” enfim. Mas...vamos cruzar os braços, e esquecer de nós mesmos? Será que não temos capacidade de seguir, mesmo nas adversidades? É claro que temos! Vamos aceitar que nos digam, esperem e se contentem, até que nós (o Governo), demos um jeito de arrumar a “casa? ” Ora, penso que não!  A zona de conforto, não nos permite evoluir. Nós somos por natureza, uma gente alegre, forte, com grande capacidade de se adaptar, buscar, arriscar e empreender. Verdade que, os brasileiros reagiram mesmo com todas as dificuldades, e estão se adaptando as mudanças e desafios que o nosso país ainda enfrenta. Mas, a insatisfação persiste. Temos motivos? Sim. No entanto, nós podemos virar esse “jogo. ” Para isso, precisamos assumir e encarar as questões que nos desagradam, olhando para frente com firmeza, esperança, propósito, e trabalho seja onde for. Vamos nos dedicar colocando otimismo e comprometimento, na construção de algo que nos faça bem e nos motive a seguir em frente, mesmo que o “mundo” diga não.

 

“Façamos a diferença, fazendo diferente. ”

(Rosiane Favero)


Coluna escritas Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 05/02/2018 às 00h00
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04/02/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Mares de Amor

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: Mares de Amor 


 

 

Aos amigos leitores:

Estou liberto dos pesadelos,

De um dia não mais te ver.

E ponho acima de tudo!

Meus sentimentos em ti.

Agora posso voar!

Como um pássaro...

Sente-se em liberdade,

Caminhando sobre o ar.

Percebo em mim mesmo,

Algo que vem a mudar.

Mudar minha história,

Pra viver contigo ao luar.

Verdade seja dita:

Nada sou sem tuas melodias.

Nem ouvi-la no infinito,

Estando fora de teu anseio de amar.

E juro ao vento,

As lembranças de nós dois.

Para navegarmos sem medo,

Nos mares, feito do mais puro amor.

 

“O mundo é grande e cabe nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe no breve espaço de beijar”.

 

Carlos Drummond de Andrade


Coluna escrita as Terças e Domingos.

www.cartasnotempo.blogspot.com.br


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 04/02/2018 às 00h00
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02/02/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA - A jangada

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


 

A JANGADA

 

Jangada nos leve para o mar

Nesta noite deslumbrante

Sob a luz do luar

Desejo me entregar

A um verdadeiro frenesi

De um ser apaixonado

Descontrolado

De emoções

Seduções

A luz do lampião

A refletir na água

A silhueta de nossos corpos

A bailar no mar

Com o balanço da jangada

Num movimento

De vai e vem

Uma explosão

Uma conexão

Uma paixão

Desenfreada

Em uma jangada


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 02/02/2018 às 00h00
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