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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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31/01/2018 09h22
ROSIANE FAVERO: Vestir-se = personalidade

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Vestir-se = personalidade

 

 

Nós somos muito suscetíveis a mudanças, situações, tendências, opiniões, críticas, enfim. E aí me refiro, as várias áreas da vida. No entanto, e também, quando o assunto é moda, antes de mais nada precisamos entender e ter a consciência do que gostamos, queremos ser e conquistar, o que nos fazem bem e nos deixa à vontade, enfim. Isso se chama, construção do meu “eu” para então, a partir disso, me expressar por meio de cores, texturas, formas, seja no vestir, calçar e adornar, que nada mais é do que exteriorizar por meio do que se usa, a vontade e desejo de ocupar um lugar no “mundo. ”

Nós nos vestimos de acordo com circunstâncias primordiais como, proteção, visto a necessidade de abrigo, ornamentação, que nos traz o elemento de diferenciação, entre outros. Neste contexto, podemos dizer que moda é “enfeitar o corpo” como construção de cultura e história que se localiza no tempo e no espaço. E é vista ainda, como a incorporação do indivíduo a sociedade, passando a ser uma fonte de estudo inclusive econômica, porque passará a existir um consumo. Ainda, podemos dizer que, o evento moda é uma identidade social que se estudado em detalhes será constatado o desejo da diferenciação, autopromoção e manifestação por cada indivíduo, pertencente a um círculo social, e de uma forma distinta. De certa forma, a moda nos permite assumir a liberdade de construir aquilo que escolhemos representar perante o nosso círculo de convívio.                                                                               

A relação entre a moda e o corpo, tal como a ligação que ambos têm com o meio social, funcionarão como bases teóricas para o entendimento de como poderemos nos vestir, assumindo a nossa personalidade.

Sabe aquele velho ditado conhecido por todos nós, que diz “o menos é mais? ” Pois é, não tem erro, e também cabe aqui. Portanto, seja você mesmo. Seja simples e sensato no vestir, e sobretudo, na sua postura perante a vida. Assim sendo, você e sua personalidade aparecerão e brilharão, num universo de muitas estrelinhas sem “brilho. ” Pense nisso.

 

“Assuma o seu jeito de ser, e seja vibrante como a vida é.”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 31/01/2018 às 09h22
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
30/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Alvoroço no meu coração

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

Alvoroço no meu coração

 

Pra que fazer alvoroço no meu coração,

Quando todas as noites

Quero apenas adormecer?

É os sintomas inevitáveis,

Quando o corpo logo desperta e,

Dá os verdadeiros sinais,

Da imagem da própria mente,

No qual vem a me entorpecer.

És tu, doce ternura!

Melodia nos momentos impróprios.

E tudo me leva a crer

Na possibilidade de nunca me livrar

Destes sonhos inconvenientes.

Nada espero...

O tempo vai passar...

Mas a hora continua a mesma,

Sem pressa de se entregar.

Vou mexendo para tantos lados,

Tentando enganar a razão,

Só não conto com a alma,

Cuja paz já não quer alcançar.

Ela se perde no caminho,

E não busca orientação.

Levanto-me na intenção de dá uma trégua,

Contudo, o dia chega para dizer:

- Não irás conseguir!

Então a saudade rasga o peito,

E somente disfarça,

Quando me acostumo contigo!


Coluna escrita as Terças e Domingos.

www.cartasnotempo.blogspot.com.br


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 30/01/2018 às 00h00
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29/01/2018 07h43
ROSEANI FAVERO: Conforme a Lei

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Conforme a Lei

 

Nossos pensamentos, um turbilhão. Dúvidas, medos, incertezas, enfim. E precisamos de uma direção correta que nos impeça de retroceder.                                                                                                                                

Precisamos observar os erros cometidos até o momento, a experiência vivida que trouxe sofrimento. Faço uma breve menção, ao momento e realidade política que o nosso país enfrenta. Homens públicos guiados pela comodidade, facilidade, conveniência e prepotência, causando o desequilíbrio, o caos.                                                  

Lamentavelmente, alguns insistem ainda, em ignorar os sinais que muitas vezes são evidentes, e que podem trazer consequências. Mas, como descobrir se estamos ou não no caminho certo?

É preciso analisar e conhecer, para não repetir erros.

Vamos analisar possibilidades, nos certificar. Grandes descobertas poderão ser feitas, e nós certamente mudaremos a rota!

 

 

 

Tudo precisa evoluir, mas, se nos mantivermos parados e resistirmos às mudanças, não estaremos em harmonia com a ordem natural das coisas. Se uma determinada situação não está satisfazendo, é sinal de que algo não vai bem, e a verdade não está sendo vivida.  Se continuarmos nos deixando levar, vivendo segundo a vontade de outros, nos sentiremos cada vez mais insatisfeitos, e poderemos retroceder.  Assim, a meu ver somos nós brasileiros, quando o assunto é um governo por exemplo. Não podemos ser acomodados e permissivos! Vamos tomar as “rédeas! ” Caso contrário, corremos o risco de ser “açoitados” por elas. E jamais nos submeter por comodidade, facilidade, conveniência. Opa! Perigo à vista. São os tais “caminhos tortuosos” (que inclusive já citei num outro texto). Prática aliás, que parece ser frequente no mundo político, infelizmente.

O que cabe a todos nós, enquanto sociedade, é assumir a responsabilidade pelas escolhas, e a partir disso trabalhar na construção de novos caminhos, baseados na verdade e retidão.

 

É preciso tomar as “rédeas”

(Rosiane Favero)


Coluna escritas as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 29/01/2018 às 07h43
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28/01/2018 00h00
CARTA NO TEMPO: A viagem dos sonhos

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: A viagem dos sonhos


 

                                                   

Amando os sonhos

C

omo pode haver tanta simplicidade em amar os sonhos? E como as vezes esses sonhos nos fazem termos uma infinidade de possibilidades de nos colocarmos a disposição de uma contemplação além do que possamos imaginar? Pois é! Deparei-me com a bela imagem da linguagem poética traduzida em cores e formas. O mar a tecer sua calmaria, a lua aparecendo para encantar um poeta apaixonado por tanta ternura das vestes com que cobre sua imperfeição. Os pássaros voando numa liberdade sublime, e vem construindo na memória de um homem, a sensibilidade das palavras. E por fim, as flores no mistério do significado de AMOR.

 

Sonhos em mim mesmo

Busco-te fonte de ar fresco!

E em teus momentos venho a estar

Em sonhos para enxergar em mim mesmo

As incandescentes vontades de ficar.

Ficar nestes versos e seus temperos,

Sentindo o aroma da plenitude dos tempos,

Na onde das águas a banhar meus pés,

Até o canto das aves a ensinar que,

Com asas podem chegar a liberdade.

Encaminho para a beira deste paraíso,

Observando as nuvens e seu céu.

Também a lua dos amantes,

Quando me pego a pensar em nada.

O nada é ter que acalmar o coração,

E a alma estremecendo para emanar a luz.

A luminosidade das proporções a expandir

Os oceanos imaginários, pois é somente

Ao dormir, a candura de se viver uma VERDADE.

Como pode uma areia transmitir inspiração?

Será invenção de quem tem ilusões em si,

Ou a necessidade de poder ter novas ideias?

Ideias nascendo como uma mulher num parto,

Vindo na alegria de ter a sabedoria preservada.

Contudo, agora já é hora de retornar da viagem

Conturbada e cheia de emoções, porque somente

Ela (a viagem) pode dá ao sujeito o mundo a desejar.

Nas estrelas está a perfeição da divindade,

E na divindade se encontra o caminho para os homens.

 

O ato de sonhar

Como vemos, caros leitores, o ato de sonhar nos conduz a margem de grandes rios, belos segredos da vida e percebemos a importância da contemplação. O significado de amor se traduz na PUREZA E SIMPLICIDADE que leva a HUMILDADE. O poeta não esconde a sua busca pela fonte de inspiração, e isso se dá através de uma imagem visto por ele como algo a ser alcançado, almejado e infinitamente sagrado. A liberdade dos pássaros, vem a ser a livre e espontânea loucura de dá ao escritor as palavras certas a compor seus versos. A água configura a sua necessidade de ser banhado na paz a deixar em seu corpo e em sua alma. As nuvens, a lua e o desprendimento, já que não pensa em nada quando as veem. Esta viagem poética manifesta nas estrelas a perfeição da criação feita pela divindade, assim claramente, aparece os caminhos para toda a humanidade.

 

Não nos privamos de sempre sonhar!


Coluna escrita as Terças e Domingos.

www.cartasnotempo.blogspot.com.br


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 28/01/2018 às 00h00
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27/01/2018 00h00
PALAVRAS & SENTIMENTOS: Loucos Sonhadores

 


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


 

LOUCOS SONHADORES


 

“A alma do poeta reverente

À espera fica...

É esta inquietude que nos faz viver”

 

 

Todo instante é a oportunidade.

A vida não é nem um melodrama, nem uma comédia, mas sim, uma realidade que nos leva a crises e remissões.

A verdade é tangível, não nos abandona, mas loucos sonhadores deste mundo, peregrinos que somos, fechamos os olhos, abrimos passagem e levados pela vida, extasiados, seguramos nossos sonhos.

Seguimos o curso, em movimento, enquanto o destino, caprichoso, vai dando sentido as nossas ilusões.

Deixamos janelas e portas abertas para o improvável, misturamos beleza, pescamos estrelas, corremos com as nuvens, plantamos flores na beira do caminho, bordamos versos, afastamos sombras, correntes de ar e turbilhões de vento. Fazemos, então, esta mistura de cores e dores, e colocamos todo universo em uma palheta.

Em estado de graça vamos partilhando doces sensações e músicas interiores que assobiam sinfonias inéditas, para que o tempo nos leve no rodopio de uma dança inesquecível.

Somos versos, delírio, esperança, suavidade, nostalgia e sentimentos.

Somos paixão, amor, saudosismo, visão, antídoto, mistério e palavras.

Somos poetas, carregamos no peito a eterna poesia.


Coluna escrita aos Sábados (Quinzenal).


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 27/01/2018 às 00h00
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