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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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26/01/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA – Viajando na poesia

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


 

VIAJANDO NA POESIA


 

Viajando na poesia, sigo meu caminhar

No dedilhar do meu violão

Toco uma canção

Para o meu amor

 

Viajando na poesia, viajo mundo afora

Atravesso oceanos

Rios e florestas

Planícies e montanhas

 

Viajando na poesia, eu sorrio e choro

Choro de um amor perdido

Sentido, contido

Exaurido

 

Viajando na poesia, dialogo com Cruz e Sousa

Fernando Pessoa

Carlos Drummond de Andrade

E Mario Lago

 

Viajando na Poesia, converso com Deus

Com os anjos

Com os santos

E com os Orixás

Viajando na poesia, falo de amor

De ódio

De solidão

De esperança

De perseverança

 

Viajando na poesia, eu poetizo

Eu concretizo

Eu magnetizo

Eu me imagino

Um humilde poeta


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 26/01/2018 às 00h00
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
24/01/2018 09h17
ROSIANE FAVERO: Inspire-se, arrisque-se, e esteja na moda!

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Inspire-se, arrisque-se, e esteja na moda!


 

Se você deseja realmente estar em sintonia com as inspirações e tendências, vá para as ruas. Olhe, observe, sinta. Afinal, criatividade não se ensina, se desperta! De fato, é nas ruas ao observar texturas, cores, sons, cheiros e sabores, é que nos permitimos ativar nosso sistema sensorial, que capta estímulos que irão se materializar posteriormente.

As inspirações surgem de onde menos esperamos. Com um olhar apurado, você deve observar, analisar, desconstruir tudo aquilo que viu, para então, reconstruir de um jeito novo. O seu jeito. A palavra é...aventure-se!

A moda também se apodera de outras artes para buscar novas inspirações. E você pode fazer isso. É comum, ver estilistas e designers que encontram em um filme, livro, paisagem, música, e até mesmo numa noite enluarada...a ideia principal para uma coleção ou, até mesmo, para uma marca inteira.

São alguns caminhos para entender o que é a moda. Que nos encanta com suas cores, formas e possibilidades. Moda que cria conceitos e está cada vez mais, se adaptando ao gosto das pessoas. Fazendo com que elas, inclusive, criem as suas próprias roupas e estilos. O que acaba colaborando ainda mais para uma mudança muito rápida, nesse mundo que está em constante evolução e transformação, inclusive, no universo chamado moda.

 

 

Vestir-se é se expressar!


Coluna escrita as Segundas e Quartas


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 24/01/2018 às 09h17
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23/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Dois caminhos...

 


Por Ricardo oliveira - oliveirapoeta@gmail.com


 

 CARTAS NO TEMPO: Dois caminhos...


 

Caminhos diversos...

Inexpressivamente, venho pensando em como viver intensamente as coisas que são da poesia. E isso me leva a supor que já não estou em meu juízo perfeito. Tudo na escrita deve ser verdadeiro e o coração tem sempre uma parcela de vontade em por na prática as belezas florescendo nos versos. Também, não posso deixar de dá certo crédito a alma, já alegre por revelar ser a construtora das ideias a surgirem para compor a poética. A vida coloca caminhos diversos, mas as escolhas cabem somente à pessoa a quem ela se mostra aberta.

 

Dois caminhos sem volta!

Há dois caminhos sem volta!

E neles a alma e o coração

Vem a conversarem entre si.

O homem é feito dos dois elementos,

E nada mudará a sua essência de ser.

Os versos de uma poesia seguem seu curso

Quando são escritas em VERDADE.

A HARMONIA de energias naturais,

Tem razões que desconhecemos.

Viver é bom demais, mas somente

Se encontrar um motivo certo

Para vivê-la de maneira consciente.

Oh, encantamento das luzes!

Essas dos quais são estrelas no céu,

E nenhuma delas vem a se apagar.

É um mistério tirar as palavras

Concretas do dia a dia, como

Vem a ser complexo transforma-las

Em atos a encher os olhos de orgulho.

Tu és a cintilante maestria! Quem?

A doce vivencia da esperança.

A sutileza dos seres humanos,

E a leveza das delicadas mulheres.

Uma flor é a vontade divina!

Assim, busco o que for,

A fim de que eu tenha a coragem

De não desistir de meus sonhos,

Ainda não almejados por meu intimo.

 

A certeza do ser humano

Radiante questão do sujeito é a certeza de viver. Mas o que o torna interessante é a procura por conquistar objetivos, e decisões são projeções a derem certo ou errado, de acordo com aquilo que desejar. O poeta diz ter dois caminhos sem volta. Sim, sem volta, por motivos de suas escolhas. Ele (o poeta) quer experimentar a sinceridade com que sua arte é expressa, e por isso, não descarta a alma e o coração serem elementos imutáveis de um ser pensante.  As estrelas são luzes a não se apagarem, a esperança é doce e como a mulher é a leveza da delicadeza humana, assim, o poeta anseia em ser para alcançar seus objetivos.

 

Que a vida seja uma escolha correta!


Coluna escrita Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 23/01/2018 às 00h00
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22/01/2018 09h11
CABEÇA PENSANTE: Sonhos & Projetos

 


Roseani Favero - rosifavero@live.com


 

Sonhos & Projetos

 

Para que os dias se tornem mais convidativos e proveitosos, vamos aos nossos objetivos. De curto, médio, longo prazo, não importa. Tenha um projeto! Vamos pensar no que gostamos de fazer, o que sabemos fazer, e com o que se ganha dinheiro. Sim, e por que não?

A educação financeira pode trazer muitos benefícios. Por exemplo, viabilizar o equilíbrio das finanças pessoais, preparar para o desafio de imprevistos financeiros, enfim. Poderão ocorrer, afinal.

Entretanto, você pode se perguntar...mas, e o sonho? O que o dinheiro tem a ver com meus sonhos? Pois bem, são eles que nos trazem esperança, motivação, norteiam nossos desejos e anseios pelo futuro. É por meio dos sonhos que vislumbramos aonde queremos chegar.

 

 

 

Nem todos os sonhos envolvem, é claro, a utilização de recursos financeiros. Podemos sonhar com um mundo mais humano, desejar estreitar o nosso relacionamento com a família e vizinhos, enfim. No entanto, ainda há sonhos que precisam de recursos financeiros para sua realização.

Você já parou para pensar em quantos sonhos você possui? E o que tem feito para realizá-los? O sonho é o desejo vivo, aspiração, anseio, e não tem fim! Já o projeto, implica um esforço temporário, apenas.                                           

Contudo, precisamos saber exatamente aonde nós queremos chegar. Ter em mente quais os recursos que precisaremos (financeiros ou não), estabelecer metas claras e objetivas para o nosso projeto, ter a consciência e visão de futuro trazida pela perspectiva de realização. E então, sinta-se com o seu sonho já realizado. Essa atitude lhe dará motivação para seguir o caminho em busca da concretização. Uma visão do futuro motivadora ajuda a superar os obstáculos. Acredite.

E pense, não é somente o trabalho, metas, negócios, que norteiam a vida. Ter sonhos faz bem para a alma, traz-nos mais longevidade, porque sempre teremos uma meta a cumprir, um desejo imenso de fazer a diferença e de ajudar o outro. Lembre-se, o sonho alimenta o entusiasmo!

Você, sua vida e carreira merecem o melhor. Creia! Coloque fé, seja grato e vá em frente!  

“Quem sonha e projeta, sempre alcança! ”

 (Rosiane Favero)


Coluna escrita Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 22/01/2018 às 09h11
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21/01/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Alma e Saudade

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

CARTAS NO TEMPO: Alma e Saudade

                                                                                         

O “Retorno”

V

ens minha alma a gemer no meu peito, virando as noites, enquanto as luzes estão apagadas. E tens o somo despertado por tantas lembranças. Loucuras de quem não sabe ter controle algum de si mesmo. De súbito, conversas com o próprio poeta e não chegas a nenhuma decisão. Sobre as benfeitoras de uma cidade mergulhada em flashes, momentâneos das cenas em que tantas belezas foram demonstradas. Creio ser, afinal, um modo simpático de me falares a respeito de um possível “retorno”. É, alma minha! Encaro isso como sendo um anuncio das alegrias deixadas pelas ruas e casas visitadas ao longo da história. Até o gosto da religiosidade bate no portão do meu “interior castelo”.

 

Saudosismo da alma

Recebo-te recordação,

Como parte de mim.

Pois na esperança de que,

Um só dia a minha alma

Possa voltar a reviver

As nuanças de uma cidade

No qual tanto desejei!

E morei em tempos preciosos.

Há sempre um lampejo

Das fontes inesgotáveis

De sabedorias e amizades

Dos quais eu mesmo tenho

Saudades em meu peito.O cheiro da comida servida

Num amplo espaço, chamado:

REFEITÓRIO. Isso, sem contar,

Da hora do café, e do jantar,

Sendo-me valorosas conversas

Sobre todas as coisas expressivas

Do dia a dia! E as meditações das manhas,

O sabor delas na noite que chega para o descanso.

E então, o que realmente queres minha adora vida?

Já faz uns bons anos desde a última vez!

Ainda não deixastes, oh pobre espírito,

De ter tais manifestações de saudosismo?

Empresto-te só a minha memória, e basta?

Quando regressares, porventura, sentirás

Realizada em sua totalidade? Assim, viverás!

 

A cidade mencionada

Mística ou não, o fato é que o espírito do ser sempre irá recordar das coisas boas e ruins. A vida é uma decisão, e uma vez tomada, não se pode voltar a traz. Procede? Os versos tecem a respeito de uma cidade já antes mencionada em outra poesia. Ela está intitulada nas CARTAS NO TEMPO: A CIDADE. Pois bem, com tantos detalhes visíveis nas linhas, fica claro ser uma cidade importante para quem o experimentou. Entretanto, não é possível identificar o Estado e nem o nome dela (a cidade), em que tudo fora marcante. Existem traços de uma saudade imensa em poder reviver alguns minutos ou momentos, cujo poeta é o sujeito a ter tais necessidades. Conversando com sua alma.  

 

Deixemos a saudade de algum lugar a guiar a alma ao seu regresso.


Coluna escritas Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 21/01/2018 às 00h00
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