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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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07/03/2018 18h18
ROSIANE FAVERO: Ahh...a elegância!


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Ahh...a elegância!


Defendo a tese de que seguir a moda, e aí me refiro também ao comportamento, além de estar relacionado com a personalidade, é uma influência do meio onde se vive, das companhias, e do estilo de vida. Obviamente, podemos criar a nossa própria moda, inspirados inclusive, pela tendência de tecidos, cores, enfim; e ainda, buscar inspiração nas ruas. A meu ver o que vestimos é o que queremos mostrar e comunicar para o mundo; e muito do que vemos nas ruas, poderá nos influenciar ou não, na maneira de vestir e se comportar.

Dentro deste contexto, para elucidar melhor, a imagem do filme Pretty Woman (quem não assistiu, né?!), é um exemplo de duas situações distintas (traje e comportamento), influenciadas por fatores externos. No quesito postura, modo de se vestir, preferências e atitudes, sugestionados pelo lugar onde se vive, pelas companhias que se tem como referência, e pela necessidade de auto afirmar-se. Diga-se, um belo exemplo!

Como é bem-vindo, “chic” e elegante, independente do que vestimos e seguimos como moda, agir com educação, humildade, gentileza, sinceridade, carinho e honestidade! Ahh...como o mundo carece dessa “moda” e elegância! Não basta trajar-se bem, ser criativo, ousado, inovador e antenado na moda.

Este belo “conto de fadas” nos mostra ainda, a importância de vencer os nossos próprios desafios e medos mais íntimos, aprendendo a respeitar, valorizar, e amar além da aparência e das roupas. Chegamos ao ponto, não é?!

Isto dito, postura, comportamento, atitudes e gestos, sempre serão relevantes. Em qualquer tempo, situação, circunstância. Aproveito, para homenagear todas as mulheres que acreditam que “conto de fadas” podem sim, se tornar realidade.

 

“A verdadeira elegância está no seu coração”

(Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 07/03/2018 às 18h18
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
06/03/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - A Dimensão do Eu


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


A Dimensão do Eu


Aos amigos leitores,

 

A DIMENISÃO: QUEM SOMOS?

Às vezes é complicado nos mesmos compreender a dimensão de QUEM SOMOS? Sim, tão complexo, quanto definir a palavra AMOR. Amar significa se entregar de corpo e alma, sem se podar, nisso o UNIVERSO pode estar ou não a nosso favor. Contudo, confesso ser através do ATO DE SE DOAR a verdadeira linguagem poética da história.

                                                                                                       

O TESOURO

Quem tem amor, se reconhece no ESPELHO, e sua beleza transcende espiritualidade, pois é capaz de também enxergar esta mesma beleza no OUTRO a qual faz parte de sua trajetória. Vejo que quem não é capaz de amar não encontrou ainda o TESOURO dentro de si. E é por essas e outras que o seu princípio e o seu fim é a VIOLÊNCIA incontrolável.

 

A VIOLÊNCIA

Uma briga para esconder sua RAIZ, e passa não aceitar as tantas diferenças existentes. A violência é decorrente do ÓDIO. E o ódio vem se originar através do MEDO. Sempre existe uma MOTIVAÇÃO por traz? Para mim, a ideia é simples: nossa linha do tempo. Sofremos feridas não cicatrizadas ao decorrer dessa LINHA, e por causa disso, TRANSVESTIMOS.

 

TRANSVESTIMOS...

Transvestimos de INTOLERÃNCIA e ações que não condiz com nosso caráter. Basta mostrar um pouco de VALOR e de MANSIDÃO para voltar às origens humanas. Trago o filósofo inglês THOMAS HOBBES, no qual acredita na maldade da natureza humana. O homem já nasceu mau, e, portanto, não sabe viver em sociedade. Será?

 

CONSCIÊNCIA DIFRENTE

Por que me prendo a minha poesia em uma CONSCIÊNCIA DIFERENTE? Não tenho em mim este mesmo lado. Será a minha RELIGIÃO a falar mais alto, ou a literatura que pus em meu CORAÇÃO? O ser humano aprende tanto conhecimento, e suas experiências traduz a ternura de sua nobre vida. A vida é SAGRDAO, e sendo liberta.

 

TRANSBORDAR DO ESPÍRITO

Na liberdade de escolher o CERTO e o ERRADO, venho ser coerente comigo. Somente o AMOR abre portas para a BONDADE. E é ela quem modifica o SER, dando a ele uma razão que possa justificar o TRANSBORDAR DO ESPÍRITO. Quando isso acontece, então, a fera que está guardada passa a adormecer. Acredito ver nascer à paz. 

 

PENSAMENTOS NO TEMPO:

“Só o amor nos permite nos conhecer”.

José Saramago


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 06/03/2018 às 00h00
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
05/03/2018 17h41
ROSEANI FAVERO: Halo Solar  Encantamento e reflexão, concorda?


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Halo Solar 
Encantamento e reflexão, concorda?



Foto que se espalhou aos quatro cantos e emocionou muita gente! O Halo Solar é um fenômeno natural, tem significado astrológico, religioso, científico, místico, enfim. Mas, vou me ater a explicação cientifica, que define o Halo como um anel de luz que circula um objeto, sua luz é refletida por cristais de gelo que podem se dividir em cores como num arco-íris. Possível ainda, vê-lo ao redor da lua. Este, é um dos belos e incríveis feitos da natureza, tão incrivelmente bela e sábia! 
Isto dito, quero dizer que algo me tocou profundamente. Foi um dia diferente, “mágico” e não só eu, mas, quem presenciou, certamente não esquecerá. Houve uma corrente do bem, incrível! Pessoas ligando umas para as outras, familiares se falando, grupos trocando mensagens via WhatsApp, pessoas descendo dos prédios, saindo de suas casas, de suas lojas, enfim; maravilhados e emocionados com tamanha beleza e grandeza do espetáculo que estava a nossa frente, ou melhor, acima de nós. E o mais incrível e tocante (lágrimas rolaram), foi ver as pessoas olhando para o céu, conversando umas com as outras e sorrindo, como há muito tempo eu não via. Então, parei por um instante e pensei...como estamos distantes uns dos outros, não conversamos mais, não nos importamos mais... e diante disso, surge uma pergunta...há quanto tempo não olhávamos para o céu, há quanto tempo não observamos a beleza do sol, da lua, das estrelas, do arco-íris? Há quanto tempo não falamos com o nosso vizinho, amigo, colega de trabalho, irmão, primo, mãe, pai...
A tradução que eu faço desse evento, é a seguinte: “respeite e aprecie mais o que lhe é dado tão espontaneamente, valorize a sua família, amigos, vizinhos, colegas de trabalho! Olhe para o céu, reze, e seja grato. ”  Ah...e valorize a sua VIDA!!! Viva a vida todos os dias, se relacione, conviva, e…pare, para apreciar o que é belo e o faz sentir-se verdadeiramente feliz! Deus, em sua infinita sabedoria e misericórdia, usando a natureza para nos mostrar algo que não conseguimos talvez, perceber. Pense nisso.


“Reze, e seja grato pelo privilégio de viver e conviver nesta terra. E sobretudo, AME todos os dias! ”
(Rosiane Favero)


Coluna escrita as Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 05/03/2018 às 17h41
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
02/03/2018 00h00
VIAJANDO NA POESIA – Praia Comprida

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


PRAIA COMPRIDA


 

Praia Comprida que um dia o mar te beijou

Debruando tuas casas, teu comercio

Hoje distante estás do mar

E ele nostálgico a te mirar

De um tempo que a ti servia de escoadouro

Dos bens produzidos por ti e arredores

Através de tua rua central se partia

Para o centro de São José, Palhoça

Forquilhas, Roçado e a Capital

Mantinhas um comércio viçoso

Casa de comercio Petry, armazém Pedro Bunn

Um café Filomeno, que quando por lá passavam

Os transeuntes sentiam o aroma

Que do interior exalavam de suas moendas

Este edifício mais tarde tornou-se

Sede do primeiro clube para idosos da região

O Clube Maré Alta do tio Cachopa

Hoje com novas instalações

Divertem mocinhas, mocinhos

Senhorias e senhorios

Sem preconceitos de idade

Mais adiante foi sede do Grupo Escoteiro

São José da Terra Firme

Fundado pelo saudoso Pe. Edgar

A igrejinha de Santa Filomena e Nossa Senhora de Fátima

Permanece como patrimônio histórico

Está a esperar seus fiéis convictos

Para uma novena rezar, uma missa participar

Antiga sede do clube Primeiro de Junho

E tantos casarios que um dia existiu

Não só de passado vive o homem

Hoje crescestes, evoluístes

Em ti reside um Hospital que cura muitas pessoas

Há um bombeiro que salva pessoas

Há uma escola que prepara pessoas

Para um futuro promissor

Hoje tua avenida só tem um sentido de ida

Como a lembrar de que devemos ir adiante

Ao centro, onde tudo começou

Resgatar o passado, ir em frente

Seguir adiante contando nossa história

Retornando por uma via a beiramar

Iniciando uma nova etapa desta caminhada

Escrevendo uma nova história

Sem nunca omitir e desprezar teu rico passado

Praia Comprida de São José da Terra Firme


Coluna escrita as Sextas-Feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 02/03/2018 às 00h00
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28/02/2018 17h39
ROSEANI FAVERO: A sua casa é o seu “espelho.”


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


A sua casa é o seu “espelho.”


     

 

Já parou para pensar que a sua casa reflete exatamente o que você é, e a sua maneira de se vestir? Interessante, não é?! 

Existe um relacionamento entre produtos de moda e a expressão de identidade, com cada um de nós. Por meio de uma revisão da literatura é investigado como o que vestimos, e os acessórios de uso pessoal afetam, influenciam e afirmam nossa identidade; bem como, a nossa necessidade em manter uma relação emocional e subjetiva com os nossos objetos de uso pessoal que são utilizados como instrumentos de expressão de nossa individualidade. Em um contexto sociológico definições de identidade e auto identidade são abordadas e relacionadas. A moda, vista como fenômeno de exposição da identidade influenciando o estilo pessoal e, porque não, a decoração do seu lar.
     A forma de como nós nos vestimos, além de demonstrar muito dos nossos gostos, define obviamente, a nossa personalidade, comportamento e preferências nas mais diversas áreas.

    Por exemplo, ao escolher um tecido para forrar um sofá, vou preferir sempre aquele tom parecido com o terno que fica bem e foi elogiado, ou, o vestido que combina com a cor dos olhos, enfim; as nossas preferências e inclinações para uma escolha, estão registradas na nossa “caixinha” chamada subconsciente. Se vestir ou decorar está ligado a “magia”, ao encantamento, à vontade de expressar algo, de sentir-se confortável, e mostrar-se belo.

“Arrumar, e se arrumar, é uma arte ao alcance de qualquer um. ”


(Rosiane Favero)


Coluna escrita Segundas e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 28/02/2018 às 17h39
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