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Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
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27/02/2018 13h57
CARTAS NO TEMPO - Epopeia perpetua


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


Epopeia perpetua


 

Aos amigos leitores,

 

Uma questão heroica

Desejar a IMORTALIDADE é uma questão heroica que até mesmo AQULILES vai à busca na GUERRA DE TRÓIA.  Isso significa ter o seu nome lembrado por POETAS de maneira eternizada. E quem não quer ser MEMÓRIA para a vida inteira?

 

Aquiles

Aquiles ao ir para a guerra sabe que a MORTE é um meio de alcançar essa imortalidade e ter sua história contada de geração em geração. Não ser esquecido pelo TEMPO é a razão pelo qual se pode lutar por alguma coisa. É um legado a deixar para o FUTURO.

 

O amor de Helena

Uma EPOPEIA é um poema heroico protagonizado por um ou mais personagens, através de suas ações, cujos obstáculos são SOBRENATURAIS. HOMERO, uma grego, ao escrever ILÍDA, demonstra a narrativa da IRA DE AQUILES. Também o amor de PÁRIS por HELENA. Quem nos tempos atuais não vai atrás de sua AMADA?

 

Homero nos ajuda!

Homero nasceu em algum lugar da Jônia em torno de 850 a.c. Desta forma se torna um LENDÁRIO POETA e vai nos ajudar na coluna a respeito da PERPETUA LEMNRANÇA e dos AMORES a serem levados a sério. Quem ama de verdade, vai até as consequências.

 

Um poeta lendário

Vem se desenhando em mim,

Uma poesia do não esquecimento,

Que até mesmo HOMERO,

Contar-me-ia seus SEGREDOS!

Neste mundo em que me encontro,

Revelo a minha preocupação

Em escrever tantos versos,

Sem que me arranquem o coração,

E destruam a minha generosa alma,

Ou a fascinante memória de uma ILUSÃO.

A imortalidade para meu SER disposto

A ter somente no peito a alegria,

É de se tornar UM POETA LENDÁRIO,

Tendo ETERNIZADA a própria VIDA,

No MISTÉRIO das delicadas MADRUGADAS.

E os AMORES como a única forma de CRENÇA,

Sublimidade dos cantos góticos ou líricos,

Como PÀRIS desposou a doce HELENA,

Venho SONHANDO com a nobreza FEMININA.

 

Pensamentos no tempo:

“Helena e o seu tesouro, e por memória

Multa condigna pagam: morto Páris,

 Se Príamo e seus filhos ma refusam,

Té que os force ao dever, não largo as armas”.

Homero (página 101 de Ilíada).


Coluna escrita aos Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 27/02/2018 às 13h57
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
26/02/2018 17h18
ROSEANI FAVERO: Ser politicamente correto ou ser livre?


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


Ser politicamente correto ou ser livre?


​​​​
Assunto que vem sendo debatido por vários pensadores, filósofos, e pela própria sociedade, o “politicamente correto é um título para classificar algo ou alguém que segue normas e leis estabelecidas por uma instituição oficial. É tido como politicamente correto, aquele que obedece aos padrões da ética e da moral, convencionais em determinadas sociedades. ” Cuidado aí! O que temos visto, é que na vida social ou no trabalho, não podemos nos manifestar mais. Porque com isso, podemos estar ofendendo alguém ou então, indo contra algo. O que a meu ver é um grande equívoco. O politicamente correto acaba destruindo as relações no âmbito social. Contribuindo ainda, para acabar com o debate ou empobrecê-lo. 

O que precisamos fazer, obviamente, é lembrar dos referenciais de respeito as pessoas, e o cuidado com algumas manifestações. Isso sim! No mais, é nosso dever expressar e comunicar. Para elucidar melhor, posso citar como exemplo, aqueles (homens) que defendem a Lei Maria da Penha, e numa reunião de trabalho, ao serem contrariados por uma colega (mulher), passam a tratá-la com ironias e até grosserias. Percebe? A questão não é a lei, mas sim, as boas relações e a construção de um debate saudável entre todos.

O politicamente correto, acaba se transformando num desserviço. Porque cria rótulos, inibe, tolhe o pensamento e a capacidade de entendimento e discernimento das pessoas no que tange as suas opiniões, lhes tirando a espontaneidade e liberdade. Devemos tomar cuidado, ter bom senso e respeito sempre, mas, ter em mente o nosso próprio pensamento, posicionamento, e opinião acerca de qualquer assunto. Assim, haverá o amadurecimento, crescimento e desenvolvimento natural da nossa sociedade, de forma equilibrada, sem hipocrisias. Caso contrário, estaremos indo no lado oposto da Democracia. É mais fácil dizer que somos “politicamente corretos” do que reconhecer que estamos sendo omissos. Para refletir. O mundo precisa sim, de respeito, de amor, de compreensão, de paz, de uma direção, enfim; mas não, baseados nesta que eu chamaria de doutrina que desvirtua e confunde. Estejamos alerta.

“Precisamos aprender a defender o que é básico, justo, e legítimo, não por uma imposição, mas sim, pelo entendimento de que isso é viver e conviver bem, em sociedade. E parar com tanto blá, blá, blá... “
 

(Rosiane Favero)


​​​​​​

Coluna escrita as Segundas e Quartas

*Política: Segunda-Feira; Moda: Quarta-Feira.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 26/02/2018 às 17h18
Copyright © 2018. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
25/02/2018 00h00
CARTAS NO TEMPO - Peregrina nos templos


E-mail: oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


Peregrina nos templos


 

Som do mistério

Ó som do mistério! Quem és para adentrar minha morada e despertar a alma de seu puro e perfeito descanso? O silêncio cai bem para a minha vida, e fostes o eco a abrir as portas para o ENCANTAMENTO dos olhos, assim, me vejo tão somente enfeitiçado por tua nobre face.

 

Enquanto mergulho no tempo e no espaço

Enquanto mergulho no tempo e no espaço, tentando ao máximo me esquivar das loucuras de uma NOVA POESIA, percebo de longe... As facetas do teu místico modo de tocar meus VERSOS como um PÁSSARO a alimentar seus inúmeros filhotes. Minha vontade INAPROPRIADA é de simplesmente te deixar sair de mim!

 

Sair inesperadamente

Sair INESPERADAMENTE, e sem ter condições de voltar com palavras doces e eternizadas, só para obter o gosto de me ver dizer: SIM! Sim, eu quero te sentir na mais profunda ESPIRITUALIDADE. A ternura da alma a me acompanhar em todos os meus passos, me leva a desejar, em todos os momentos, encaminha-la para FORA.

 

Sob a proteção dos anjos

E isso a fará ser uma PEREGRINA NOS TEMPLOS, capaz de andar sob a proteção de ANJOS. Uma vez que, ela não poderá ser submetida à voz daquela a qual faz as montanhas se MOVEREM. Como sois tão delicada e tens o poder de SUSSURAR nas vastas noites?

 

A beleza de vossa mortalidade

Então, vou me guiar por outras coisas que não seja à flor do jardim da MUSA das CANÇÕES! Estarei pensando nas silabas, ao invés de teus lábios. Prestarei atenção nas minhas AÇÕES para não de forma ética EMUDECER o coração com a beleza de vossa MORTALIDADE.

 

PENSAMENTOS NO TEMPO:

 

“O que me nego a aceitar é o desejo da alma! Enquanto existir esta vontade, sempre estarão abertas as portas para a sedução em todos os seus formatos”.


Coluna escrita as Terças e Domingos.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 25/02/2018 às 00h00
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Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
24/02/2018 00h00
Sentimentos & Palavras: Segredos

 


Eloah Westphalen Naschenweng - eloahwn@hotmail.com


SEGREDOS


 

“Alma despida

Inquieta

Resiste

Vagueia.

Árida

Vacila incerta.

Desdobrada

Enrola-se e pende

Como uma folha molhada

Banhada de pranto.”

 

Segredos todos nós temos.

São salas sombrias, portas com trancas, caminhos vividos e dores adormecidas.

São pedaços da vida que deixamos, misteriosamente, atrás de nós, estender-se nas sombras para vestir-se de silêncio, aparentemente esquecidos.

São histórias que sagram na alma e que desencadeadas, se enroscam, se agarram e embalde nos deixam esquecê-las.

São como um baú de preciosidades misteriosas, escondido no sótão da nossa mente com o intuito de resguardar imagens, demarcar vivências, esconder derrotas ou impasses e predestinado a permanecer na escuridão.

São proteção mística, tal qual a caixa de Pandora, que encerra dentro em si mistério, vida, sonhos perdidos, esquecido canto, prisioneiro sentimento, e outros tantos momentos a depurar-se para não nos tragar no tempo e roubar da vida o encanto.


Coluna escrita aos Sábados (quinzenalmente). 


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 24/02/2018 às 00h00
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23/02/2018 08h57
VIAJANDO NA POESIA – Meu Bangalô

 


Valmir Vilmar de Sousa - vevesousa1958@gmail.com


MEU BANGALÔ


 

Do meu bangalô do alto da serra

Vejo o tempo passar

São filmes intermináveis

Onde me perco a pensar

Olho para baixo

Avisto uma linda cachoeira

Com suas águas cristalinas

A se dissipar entre as pedras

Na mata verdejante

Sentindo o frescor da brisa

Eu me pergunto

Será aqui a morada de Deus?

É este o paraíso?

Pois eu me sinto abençoado

Em conviver com a natureza

Ouvir o canto de pássaros

O piar da coruja

Namorar a lua

Olhar no horizonte

E declarar

Moro num cantinho do céu

Onde o céu é mais azul

As nuvens são mais alvas

Com minhas mãos eu agradeço

De construir no pé da serra

Meu humilde bangalô


Coluna escrita as Sextas-feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 23/02/2018 às 08h57
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