CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
PrêmiosPrêmios
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Diàrio Recôndito e Poesia
O Jornal das Palavras - Fundado em 10/10/2017.
Meu Diário
06/12/2017 09h10
CARTAS NO TEMPO - Metainspiração

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

A Missão da Poesia

A poesia tem a missão de tornar o ser incessível em sensível, à medida que ele tem contato com a arte poética. São demasiadas verdades, buscadas em meu interior, enquanto te tenho menina, por personificação. Uma face madura dos anos passados, no tempo dos nossos encontros a moda antiga, dentro da temporalidade moderna. A poesia é a mulher de tantos nomes. De tantas belezas e cheio de vida, no qual me faz sorrir, mesmo sendo nas cansativas madrugadas.

 

O Amor da Minha Existência

Somente ela (a poesia) é o amor da minha existência, paixão da minha loucura ser desvairada. Porque a considero uma deusa, é que me revelo ser não mais um poeta, mas um galanteador das noites de penumbra. Um ser mortal, desejando mortuariamente, estar num descanso profundo com a suas linhas nos papeis de anotações. Morrer com a poesia, significa entrar em repouso, para viver eternamente. Nossa espiritualidade é a alma de tudo existir. E tudo existe pelas mãos de quem nos deu o mesmo sentido de viver. Nunca me digam que a minha poesia não tem alma. Levo comigo a certeza das intimas introspecções de nos dois, fundidos em um só.

 

Celebração Ritualística

Todas às vezes, em que nos unimos para contemplar o que há de mais terno, nosso amor, é uma celebração ritualística de como sentimos a presença um do outro e a relação com o sagrado. Não sois profana mulher, nem objeto sem expressão. Acaso uma deusa mitológica, feita de estatua por artistas, deixa de causar nele uma perfeição amorosa, cuja sintonia e sentimentos, não afloram de dentro para fora? Da mesma forma tu és! Para mim te mostras um deslumbre a se encaixar na minha história. De outra maneira, eu não seria poeta romancista, que vem se enchendo também de pura erudição, dando minha carne para que tu possas penetrar nela. Por isso há manifestação.

 

Manifestação da Metainspiração

Manifestação da metainspiração. Aquilo que vai além da inspiração, não se configura em um estado sombrio, mas em estado de iluminação. Assim, não acontece a autossuficiência da poesia, mas o nascimento de uma ideia. A criação do belo. As verdades são místicas e mistérios, por esta razão, também o tens (poesia-ideia), a mesma definição. Já não sou digno de estar ao seu lado, se em minha imperfeição, eu esquecesse quem sou.

 

Deixo o meu cordial abraço!


Coluna escrita Terças e Quartas.  


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 06/12/2017 às 09h10
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
05/12/2017 00h00
CARTAS NO TEMPO – Ação do Amor


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

Minha inspiração me jogou para longe...

Pensei em como o amor pode mudar o mundo e a realidade das pessoas. Não sei se em meu coração existe um motivo forte para acreditar em um romance a moda antiga ou atualizada. De repente, minha inspiração me jogou para longe de mim mesmo, e imaginei um pouco de sonho para tal romantismo. O fato é que existe formas de amar, e elas nos proporcionam alegrias e um “estado de relaxamento” eficaz para os apaixonados. Ando por aí e me deparo com beijos ardentes e toques harmônicos como se estivessem tiram de suas uniões notas músicas ou versos a rimarem com terra, mar, céu e tantas outras palavras inexplicáveis neste momento. Não é complexo sentir algo a deixar marchem para voar até as nuvens, e quando vê que está quase tocando nelas, voltam suaves para o ponto de onde haviam parado: o olhar! É um mistério a ação do amor sobre nós e como ele nos leva a direcionar nossos pensamentos para a mesma cena todos os dias.

 

Experiência de se amar

Um dia, sem querer, olhei para o lado de onde estava a me retirar, e observei um casal a se esconder. Este casal estava vivenciando, talvez uma das experiências de se amar. Eram jovens, isso eu pude perceber enquanto caminhava a conversar sobre espiritualidade. Isso aconteceu no início deste mês de novembro. Somente agora essa lembrança me veio à mente de maneira absurda, mas como escrever as vezes nos deixam loucos, então, não é novidade alguma ter tais memórias. Como se sente que é hora? O que se pode expressar o amor? Todas as coisas são belas realmente quando se desejar se entregar a essa ação do amor? Como se conversam neste mundo de ansiedades e de tecnologias? Por mais que eu tente compreender, jamais chegarei no ápice das respostas ideais aos meus questionamentos.

 

Resgatando as cartas

As cartas são por natureza um instrumento admirável para ser dialogar com os indivíduos, e se tratando de amor, é cada vez mais atual, porém, foram ao longo dos séculos sendo descartados até chegar no tal de WhatsApp. Particularmente não vejo problema em se utilizar, contudo, ainda que eu seja novo, não jogaria na lata de lixo a caneta, os papeis e os envelopes como sonhos a serem abertos e a expectativa de recebe-las com doces e meigas frases, no qual tornam o dia bem mais completo. Quantos jovens hoje, teve a felicidade de trocar a tecnologia por um pedaço de guardanapo a ficar em cima da mesa de um restaurante ou qualquer outro estabelecimento comercial... colocar nome, telefone e um recado? Está, na minha opinião, na hora de voltar no tempo e resgatar essas simples ternuras do verdadeiro amor.

 

A música de Olivia

Realmente está completo, como se duas metades pudessem se tornarem únicas e uma só alma, sentido figurado, é que encontrei na música de Olivia Heringer a poesia sincera de poder transbordar nesta coluna, cuja título Cartas No Tempo soa muito bem aos meus ouvidos sendo como uma abertura para que o coração passe a entender que os frutos do amor são compartilhados, germinados e retribuídos a medida em que o meu ego se dissipa, dando lugar a poética linguagem do compromisso com a essência da amabilidade. E a letra da canção “As Formas de Amor” nos diz: “Derrepente eu te encontrei, descobri que eu existo pra te amar. Pelo céu, se a lua iluminar meu olhar. Foi você que me fez acreditar. ” Que os laços de toda a plenitude, possa envolver a riqueza a não se perder: o amor.

Queridos leitores! Até o próximo encontro!


Coluna escrita as Terças e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 05/12/2017 às 00h00
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
04/12/2017 08h40
CABEÇA PENSANTE - Família, Sociedade e Governos

 


Rosiane Favero - rosifavero@live.com


 

Falaremos de forma simples.

A família é formada por pessoas, que por sua vez tem vontades, deveres, direitos e obrigações, como qualquer integrante da sociedade (incluindo Governos e Instituições). Mas, há que se prestar atenção as ações, como também, limitações de cada um, para que se viva e conviva em harmonia dentro de um contexto. Respeitar, amparar, proteger, se comprometer. Fomos criados para viver em comunidade e sociedade, não o contrário. Observemos, portanto, o nosso ir e vir, de modo a não invadir o espaço do outro. E vou além, dizendo que para melhor viver e conviver, precisamos conhecer e observar certas regras, que são comuns em sociedades civilizadas e prósperas.

Na escola por exemplo, vejo que existe hoje, de forma acentuada infelizmente, uma certa confusão no que tange as reponsabilidades, deveres, direitos e obrigações de professores, educadores, pais e alunos. Observo que, em razão das mudanças na formação das famílias, seja por necessidade ou opção (precisamos respeitar); tem sido uma contradição ao papel de ensinar que é da escola, que por sua vez, é responsável pela formação pedagógica do indivíduo.

A inversão dos papéis é notória. O que temos visto, é que antes do processo de alfabetização, a escola precisa integrar esse aluno a uma realidade, que muitas vezes não é a dele. Quando na verdade, essa integração não deveria ser apenas responsabilidade da escola.

Há um desperdício de tempo a meu ver desnecessário, para dar possibilidade a essa criança de entender que precisa se colocar no lugar do outro, que respeite seus colegas, como deseja ser respeitado (princípio básico), enfim; tarefa simples que seria inicialmente da família, lhe cabendo a responsabilidade de educador. Para que o papel pedagógico, então, possa ser exercido pela escola com tranquilidade e excelência de acordo obviamente, com os verdadeiros propósitos. Ou seja, além de alfabetizar, cabe ao professor ensinar e ministrar as disciplinas que irão contribuir de fato para o aprendizado, conhecimento, formação, crescimento e desenvolvimento do indivíduo durante a sua fase escolar, usando as ferramentas corretas e adequadas para isso.  Promovendo ainda, condições para a consciência que resulte numa vida próspera, feliz e harmônica no seu ambiente escolar, familiar, pensando na sua realização pessoal e profissional no futuro.

Por isso, insisto, o caminho do indivíduo em fase escolar, compartilhado entre família e escola é essencial.  É preciso que haja acolhimento, entendimento e colaboração de ambas as partes, preparando-os para a vida.  Lembrando que, sempre será o papel da família educar e estar alerta; pois o contrato com a escola poderá ser rescindido a qualquer momento, mas, o contrato entre pais e filhos é vitalício!

Pode-se afirmar que uma das responsabilidades do governo é promover uma sociedade justa por meio de um sistema tributário, fiscal e de negócios que contribua para promoção da verdadeira prosperidade de todos.

Igualmente, cabe aos governantes criar planos de desenvolvimento econômico e social considerando o indivíduo, cidadão, como determina a lei. E que neste processo estejamos sempre atentos.

Isto dito, é essencial que todos nós exerçamos os nossos papéis com sabedoria, responsabilidade, verdade e comprometimento.

Porque disso, afinal, dependerá toda uma estrutura construída ao longo do tempo. Ou seja, uma sociedade formada por cidadãos com mais conhecimento, capacidade, motivação, liberdade, prosperidade, felicidade e consciência plena.

 

"É a partir do indivíduo que se formam os Governos." Rosiane Favero

 

 


Coluna escrita Segundas-Feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 04/12/2017 às 08h40
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
01/12/2017 19h14
VIAJANDO NA POESIA - E O MENINO NASCEU

 


Por Valmir Vilmar de Sousa - Vevesousa1958@gmail.com


 

Em um dia vinte e quatro de Dezembro, um casal errante saem à procura de um abrigo, afinal a jovem estava a parir seu primeiro rebento. Ela uma jovem mulher, exímia rendeira na renda dos sete pares, de nome Maria José. Ele um jovem senhor com certa diferença de idade entre ambos, pescador das bandas de Santo Antônio de Lisboa, onde em sua plena juventude a viuvez bate em sua porta deixando o mesmo com alguns rebentos em tenra idade. Conhecido como Zé Maria do Sambaqui, era muito comentado entre as redondezas por ser um verdadeiro pé de valsa, porém de grande responsabilidade pelos afazeres domésticos e profissionais. O casal conhece-se nos folguedos vespertinos de finais de semana, onde a bela jovem ao vê-lo pela vez primeira apaixona-se perdidamente pelo Zé Maria do sambaqui. Dançam a tarde inteira e nos próximos domingos continuam a encontrar-se a bailar. O tempo passa e resolvem que é hora de tomarem uma decisão a cerca de um futuro juntos. Convidam seus amigos próximos e alguns familiares a informa-los de que a partir daquela data iriam dividir o mesmo teto. Fizeram uma festa simples condizente com suas simplicidades e rumaram ao seu humilde lar no pé do morro entre cachoeiras, árvores frondosas e muitos pássaros a cantarolar nas manhãs primaveris. O tempo passa e à jovem é anunciada uma gravidez inesperada o que a princípio deixam o casal perplexo, pois não estava em seus planos esta gestação. Toda a atenção e preocupação volta-se para esta nova realidade, no entanto o casal aceita com resignação, pois confiavam num Ser Superior que habitava em seus corações. Maria José acelera em seus trabalhos na renda de bilro, pois muita encomenda tinha das senhoras da cidade, por outro lado Zé Maria passa a dedicar mais tempo na pesca com o intuito de aumentar o orçamento doméstico. No dia 24 de dezembro, Maria José acorda com dores avisando ao Zé Maria estar chegando a hora. Seu esposo a coloca no carro de boi com destino a Vila para o serviço de parto, no entanto o menino ansioso que estava para ver a luz, não permite chegarem ao destino forçando-os a procurarem um abrigo para o seu despertar a vida. Entre tantas negativas, encontram um engenho de farinha pelas bandas do sertão do Ribeirão. Era uma noite enluarada e no céu riscado havia uma estrela que brilhava em todas as direções despertando a atenção da vizinhança. Ecoa um choro melodioso, os bois iniciam um mugido sem parar, as cabras saltitantes se aproximam do local, os cavalos a trotear, o galo a cantar, a coruja a piar, foi um reboliço só. O povo sai às ruas com a cantoria do terno de reis anunciando a chegada do menino. Um trio de “forasteiros” se aproxima do rebento oferecendo como presentes, uma moringa de barro, um samburá e uma muda de garapuvu. O casal na sua humildade e fé apresenta o menino para o universo: Oh Grande Arquiteto do Universo, eis aqui tua Criação. Semente gerada em nosso ventre por nós fecundada, manifesto de nosso amor. Chamar-se-á Josué, o Salvador de todos os tempos. Comprometemo-nos perante a ti guia-lo a uma vida digna, de ética, amor incondicional, aprender com ele, crescermos com ele, sorrirmos com ele, chorarmos com ele, bailarmos com ele, caminharmos com ele lado a lado, pois é isto que desejas de nós todos, filhos teus. A partir do acontecido o povo nunca mais esqueceu a data de 25 de dezembro, passando a comemorá-la a cada ano este dia tão especial para a comunidade universal.


Coluna escrita as Sextas-Feiras.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 01/12/2017 às 19h14
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.
 
29/11/2017 00h00
CARTA NO TEMPO: O Proposito Nosso do Natal

 


Por Ricardo Oliveira - oliveirapoeta.oliveira@gmail.com


 

O Mistério da Misericórdia

Concluo dizendo que expressar o Sagrado é mergulhar no mistério da misericórdia. Na realidade, não é uma conclusão o fato de iniciar a coluna com a palavra concluo, e sim, uma maneira de dizer que nada na vida está em fase de termino. Buscamos as alegrias o tempo todo, e encontramos o amor naquele que nos fortaleza. Por esta razão, nossa existência não se restringe ao início, meio e ao fim de tudo. Ela está em constante crescimento. O fim é o começo de uma nova jornada. E aí vivemos preocupados com o que será além desta vida? Procuremos, então, agradecer pelas manhãs e pelas tardes experimentadas, e as noites de descanso, em que repousamos nossas cabeças no colo do Senhor. O Profeta Daniel nos inspira num lindo poema de louvor ao bendizer a Deus, quando esteve dentro da fornalha.

 

O Cântico de Fé

O cântico nos proporciona a reflexão a respeito de como vemos nossa caminhada de fé! Será que mesmo na adversidade erguemos os braços ao Céu e deixemos nossas vozes ecoar até os confins do mundo, abrindo o coração para o amor? Realmente o Deus de nossos pais é digno de toda honra e de toda glória. Digamos: “Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente! ” (Daniel 3, 57). Mar e Oceanos, louvemos ao Senhor, o nosso caminhar, falar, os olhos que possuímos, os talentos dos quais nos foi dado por graça, o encontro com os irmãos e com Deus. A vida dada a nós através do sopro, bendizei a Deus. Demos nossos agradecimentos pelos animais, pela lua e pelo sol.

 

O que temos agradecido hoje?

Nunca é demais dizer a Deus o quanto somos gratos por sua imensa paz! Como é tão difícil expressarmos a palavra OBRIGADO? O que temos agradecidos hoje? O pão que nos alimenta, a água que podemos beber, o trabalho que nos ajuda a sustentar nossas famílias, e a própria família, pelo qual recebemos com grande valor. Aproximamos do Natal, e nossa centralidade, ainda está vinculada ao comercial. O que irei ganhar de presente? Será que Papai Noel vem nos visitar? Fui um menino/a comportado/a? Quantos abraços demos até o presente momento? O Verbo se fez carne, assumiu a humanidade e em uma manjedoura veio na simplicidade ser o Rei que está sentado a direito do Pai. A luz não é o bom velhinho e o presente mais precioso é Deus.

 

O Nosso real Propósito

Lembro-me neste instante, uma canção que diz: ...O sentimento mais precioso, que vem do nosso Senhor, é o amor que só tem quem conhece a Jesus. Qual é o nosso sentimento em relação a Cristo? Quem conhece ou melhor, reconhece a Jesus, tem nele uma rocha protetora. E assim, podemos proclamar como Daniel: “Glorificai ao Senhor porque ele é bom, porque eterna é a sua misericórdia” (Daniel 3, 89). E voltando a pergunta anterior: Quantos abraços demos até o presente momento? Vemos Jesus no Outro (com alteridade) ao abraçarmos? Louvamos por este abraço? Coisa tão pequenas aparecem em nossa estrada que, nem damos atenção. Saibamos o seguinte: Quando fizemos algo bom a cada um dos Filhos de Deus, é a Cristo que fazemos. Pois estive nu, e me vestisses. Estive na prisão e viestes me visitar. Estive com fome e me destes de comer...  Esse é o proposito não só para o Natal, mas para todo o sempre. Sejamos sal da terra e luz para o mundo!

 

Caros leitores! Até a pròxima semana.


Coluna escrita Terças e Quartas.


Publicado por Diário Recôndito e Poesia em 29/11/2017 às 00h00
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.



Página 9 de 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 [«anterior] [próxima»]